Por Jéssika Carollyne e Yassanã Nascimento
Quando somos crianças, em especial as meninas, sempre brincamos de escolinha e nos sentimos o máximo exercendo aquele papel que não entendemos a importância de existir. Com o passar dos anos, vamos criando identidade e compreendemos que ensinar – sobretudo mulheres ensinando – é um ato que merece admiração. Apesar disso, a gente não vê para além da sala de aula.
Quando fazemos o estágio, vemos como realmente a escola é um lugar de planejamento, correção, elaboração, adaptação, apoio, lidar com conflitos e saber tratar as questões emocionais dos alunos.
“Lembro que na 8ª série do Ensino Fundamental eu tive uma professora de Ciências que chorou na sala de aula por tanto cansaço. Mas foi somente na faculdade, fazendo os estágios obrigatórios e/ou remunerados, que eu fui ter noção do que de fato é ser uma professora.” – Yassana.
Ter mulheres como referência na educação marcou minha trajetória escolar. Sempre admirei minhas professoras e, hoje, como futura docente, reconheço que o caminho para nós, mulheres, continua repleto de desafios.” – Jéssika Carollyne.
